Era uma vez uma Princesa. Uma dessas princesas modernas, que não são tratadas como protegidas, que estudam, saem prá
night, e mandam no seu nariz.
Um belo dia, essa princesa encontra numa
night o cara que ela sempre sonhou. Um príncipe de verdade, feito ela.
Além de lindo e gentil, o Príncipe se encantou de verdade pela Princesa.
Conversaram a noite toda, ele a levou em casa e acabou acontecendo aquele beijo estilo holywoodiano de cinema
teen.
Quando a Princesa acordou no dia seguinte, acreditava que tudo não tinha passado de um sonho.
Passou um tempo e foi na praia, ver o mar. Adivinha quem estava na porta do prédio dela, esperando-a? Sim, o Príncipe!
E passaram muitos dias assim...
Até o dia em que o Príncipe apareceu, dizendo que teria que se mudar com a família... que a Princesa o esperasse, que quando ele voltasse, seria pra ficar com ela pra sempre.
A Princesa se desfez em lágrimas silenciosas, escondidas pelo seu travesseiro. Na frente do Príncipe, ela sempre levou tudo numa boa, não ia ser agora que seria uma menininha frágil.
Antes de partir, o Príncipe deixou com a Princesa uma carta... que era pra ela ler quando ele já tivesse partido.
Dias passaram e a Princesa começou a traçar o que faria dali pra frente.
Começou a arrumar coragem pra ler a carta do Príncipe... Ela tinha medo do que poderia ter ali dentro, tinha medo de que não conseguisse sair daqueles dias bons ao lado do homem que amara.
Criou coragem suficiente pra não armazenar dentro de si falsas esperanças e guardou a carta onde não fosse fácil achá-la.
Os dias passaram, transformaram-se em meses e a Princesa rearrumou sua vida. Encontrara um novo amor, que não possuia sangue real, ams que a amava.
Nutria por ele um amor profundo, digno de amor de rei. Ele não era o Principe, mas era ele que a Princesa tinha e queria consigo pro resto da vida.
E assim foi.. sem nunca mais saber daquele Principe encantado que se fora com a mesma velocidade que aparecera.
A única lembrança dele que ela continuou guardando foi a carta... sem abri-la, sem lê-la, sem tocá-la.
Guardava a carta como a prova de um amor perfeito, que nunca sairia do papel.
Guardaria a carta por toda sua vida.
Bobeiras a parte, agora tenho menos tempo de atualizar.
Aulas voltaram, enfim!